MÃE!!!
Ela era uma Rosa
A vida não pára!
Paciência
Lenine
Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
A vida não para...
Enquanto o tempo
Acelera e pede pressa
Eu me recuso faço hora
Vou na valsa
A vida é tão rara...
Enquanto todo mundo
Espera a cura do mal
E a loucura finge
Que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência...
O mundo vai girando
Cada vez mais veloz
A gente espera do mundo
E o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência...
Será que é tempo
Que lhe falta para perceber?
Será que temos esse tempo
Para perder?
E quem quer saber?
A vida é tão rara
Tão rara...
Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não para
A vida não para não...
Será que é tempo
Que lhe falta para perceber?
Será que temos esse tempo
Para perder?
E quem quer saber?
A vida é tão rara
Tão rara...
Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não para
A vida não para...
A vida não para...
Páginas
quinta-feira, 4 de junho de 2020
Sabe, Ju...Uma história de amor adolescente
quarta-feira, 3 de junho de 2020
Balança, vento.
Jardim macabro
Míriam é o nome que aparece atrás. Assinatura de um quadro com um pássaro num ramo de flores. O primeiro quadro que ela pintou quando fazia aula de pintura em tela. Ela realizava um sonho que era meu; talvez por isso tenha desistido.
O que me intriga é que fiz esse jardim numa hora em que eu estava aborrecida de tanto assistir a filmes e séries no computador e fazer crochê. Levantei-me e, olhando para o vaso de zamioculta semi destruído pela gata, com a casinha que havia sobra do um mini jardim também destruído por ela, peguei uns palitos de picolé e resolvi fazer as lápides.
Isso foi antes da epidemia. Eu imaginei um cemitério enorme, imenso, a perder de vista. Mas eu imaginei isso como a cena de um filme, não como a realidade que atravessaríamos.
Naquele dia eu não pensava em epidemia. O Covid 19 era só um vírus que aparecera do outro lado do mundo e a notícia de que ele já chegara aqui ainda não havia me atingido.
Era só um jardinzinho meio macabro. Não era uma premonição, mas se tornou. Hoje temos um cemitério imenso, enorme, a perder de vista, de corpos que foram o amor de alguém, de mães, pais, maridos, esposas e filhos e irmãos. Um cemitério de um povo que não soube escolher seu líder. Um cemitério de um povo que não tem ideia de coletivo.
Meu jardim vai ficar assim até a zamioculca brotar e tomar conta do vaso.
Mas o impacto do jardim macabro nunca mais se apagará da nossa memória.
segunda-feira, 1 de junho de 2020
Qual a segunda coisa?
sexta-feira, 29 de maio de 2020
Amy depois de medicada - Sem cirurgia.
quarta-feira, 20 de maio de 2020
Amy
sábado, 28 de setembro de 2019
25 cm é muito? depende.
domingo, 10 de março de 2019
Oficina literária; moça que se suicida; trecho de romance
segunda-feira, 9 de abril de 2018
brigando com a alma e com a balança
o casamento no direito romano: uma análise dessa instituição dos primórdios até os nossos dias
sábado, 26 de setembro de 2015
ATEU? RELIGIOSO? QUEM SABERÁ DIZER?
sábado, 14 de fevereiro de 2015
UIVO NOTURNO
quinta-feira, 20 de novembro de 2014
PRETA, PRETA, PRETINHA... NÃO É A NEGRINHA DO MONTEIRO LOBATO
CHITA DO TARZAN - ESSA NOTÍCIA É VELHA
FILHO!
ADOTAR UM GATO
OUÇO QUANDO ESTOU TRISTE
sábado, 9 de agosto de 2014
mãe com filhos; 4 filhos; minha mãe com os filhos; natal na casa da minha irmã
Eu sou a que usa a camiseta cheia de mãozinhas. Do meu filho.
Hoje, agosto de 2014, já partiram minha irma e minha mãe.
E quando eu olho essa foto não parece que elas já se foram.
Depois que minha irmã se foi, minha mãe ficou com alguns tiques nervosos que não passaram nunca. Por exemplo, mexer SEM PARAR o dedo indicador da mão direita.
Sem parar, esfregando fosse o que fosse.
Isso começou na noite em que esperamos minha irmã chegar de São Paulo e minha mãe perguntava ininterruptamente: "Que hora chega o carro fúnebre?"
Ela não dormiu.
Eu tive alguns minutos de cochilo, somente para acordar num pesadelo maior.
Prá saber que a pior coisa da minha vida tinha acontecido.
Prá constatar que minha irmã não tinha mesmo atendido ao telefone naquele domingo, na hora do almoço, hora em que ela deveria estar chegando do hospital.
Hora em que meu irmão Miguel, o que está atrás de todos na foto, e é gêmeo dela, tinha deixado sobre a pia da casa dela a garrafa de café, com o coador já com o pó, e a água medida numa caneca sobre o fogão, prá adiantar.
Minha irmã amava um café feito na hora.
A qualquer hora.
E hoje, quando eu faço café, me lembro dela.
Na verdade, eu me lembro dela em todos os momentos da minha vida.
E a saudade, que todos dizem que um dia se torna um sentimento gostoso, dói mais.
Porque não ter mais minha irmã prá me ligar e ficar conversando à toa é muito triste.
Porque não ter mais minha irmã prá se maravilhar com qualquer bobagem é muito triste.
Tudo é muito triste sem ela.
sábado, 14 de dezembro de 2013
PINGUATO
Tem gente que tem pinguim. Nós, aqui de casa, temos pinguato.
E achamos super legal.
Eles são amados, carinhosos, felizes.
Nós também.




