MÃE!!!

MÃE!!!
Ela era uma Rosa

A vida não pára!

Paciência

Lenine

Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
A vida não para...

Enquanto o tempo
Acelera e pede pressa
Eu me recuso faço hora
Vou na valsa
A vida é tão rara...

Enquanto todo mundo
Espera a cura do mal
E a loucura finge
Que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência...

O mundo vai girando
Cada vez mais veloz
A gente espera do mundo
E o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência...

Será que é tempo
Que lhe falta para perceber?
Será que temos esse tempo
Para perder?
E quem quer saber?
A vida é tão rara
Tão rara...

Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não para
A vida não para não...

Será que é tempo
Que lhe falta para perceber?
Será que temos esse tempo
Para perder?
E quem quer saber?
A vida é tão rara
Tão rara...

Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não para
A vida não para...

A vida não para...

http://www.youtube.com/watch?v=sXmWAOIWg3w


















Páginas

sábado, 21 de abril de 2012

Lei seca 1, porque pensei q tinha perdido o texto

Lei de tolerância zero nem devia ser questionada. É q nossos legisladores não poderiam sair de casa se ela existisse. Quando vamos deixar as mães legislar nesse paisinho de merda? Político não pode, porque eles cometem todos os erros q deveriam sanar. Quando eu era criança, na casa de um homem q era casado com uma parente minha, vi muitas reuniões de políticos, onde eles bebiam, comiam porcarias, arrotavam e peidavam, uns na frente dos outros, sem nenhum pudor, sem nenhuma cerimônia. O que esperar deles? A visão q eu tenho deles ainda é aquelas q eles me mostraram quando eu era pequena: um bando de gordos, enfiados em ternos caros, sentados de pernas abertas, um copo de wisky na mão, ruminando amendoins, queijos, embutidos, azeitonas, salgadinhos etc, peidando e arrotando. São esses os homens q ditam nossas regras, q dizem proteger nosso patrimônio, nossos interesses, nossos filhos. Eles não podem cuidar nem do próprio rabo! Agora morre a moça, vítima de um bêbado, e ninguém vai fazer nada. Se à mãe dela fosse dado o poder de legislar, a lei seria dura. Se à mãe dos milhares de menores vítimas de estupro fosse dado o poder de legislar, a lei seria dura. Mas não, a lei fica nas mãos de pessoas q não têm contato com a realidade, não sabem o q é trabalhar de sol a sol, não sabem o q é ganhar um salário mínimo (porque pagamos fortunas a eles)... Porto alegre - Uma grávida de 27 anos, que estava a caminho do hospital para dar à luz, morreu em um acidente de carro na manhã deste sábado, em Cerro Largo, no noroeste gaúcho. A mulher, Leocardi Martins Ferraz, estava em um Gol com outros quatro familiares em direção à cidade de São Luiz Gonzaga, onde teria a criança, quando o veículo colidiu de frente com outro, no bairro São Fernando. O bebê não resistiu. No acidente, o cunhado de Leocardi, Mário Theobald, 52, também morreu. A irmã de Leocardi, Jane Beatriz Hoffmann Martins, 44 anos, e a filha do casal, de dez anos, estão internadas com ferimentos no hospital da cidade vizinha, Santo Ângelo. Jones Alves, 25, que também estava no veículo, quebrou um braço. O motorista do outro veículo, da Kia, identificado como Ivo Bohnenberger, 50 anos, sofreu ferimentos leves. Ele teria perdido o controle do veículo e colidido com o Gol. Examinado, foi constatado que ele possuía 0,89 miligramas de álcool por litro de ar expelido, índice três vezes acima do permitido. Depois de liberado do hospital, ele será encaminhado ao Presídio Estadual de Cerro Largo.

Lei seca

Porto alegre - Uma grávida de 27 anos, que estava a caminho do hospital para dar à luz, morreu em um acidente de carro na manhã deste sábado, em Cerro Largo, no noroeste gaúcho. A mulher, Leocardi Martins Ferraz, estava em um Gol com outros quatro familiares em direção à cidade de São Luiz Gonzaga, onde teria a criança, quando o veículo colidiu de frente com outro, no bairro São Fernando. O bebê não resistiu. No acidente, o cunhado de Leocardi, Mário Theobald, 52, também morreu. A irmã de Leocardi, Jane Beatriz Hoffmann Martins, 44 anos, e a filha do casal, de dez anos, estão internadas com ferimentos no hospital da cidade vizinha, Santo Ângelo. Jones Alves, 25, que também estava no veículo, quebrou um braço. O motorista do outro veículo, da Kia, identificado como Ivo Bohnenberger, 50 anos, sofreu ferimentos leves. Ele teria perdido o controle do veículo e colidido com o Gol. Examinado, foi constatado que ele possuía 0,89 miligramas de álcool por litro de ar expelido, índice três vezes acima do permitido. Depois de liberado do hospital, ele será encaminhado ao Presídio Estadual de Cerro Largo. A lei de tolerância zero não deveria nem ser questionada. Morre a moça e não vai acontecer nada. Se à mãe dela fosse dado o poder de legislar, a lei seria dura. Se à mãe de milhares de crianças estupradas fosse dado o poder de legislar, a lei seria dura. Mas não, a lei depende de políticos gordos metidos em ternos caros q comem porcaria, tomam wisky, arrotam e peidam, uns na frente dos outros (eu já vi isso, posso falar), q defendem cobras, porque seus filhos estão entre elas, q precisam de leis q possam ser manipuladas para lhes favorecer. Nossas leis dependem de gente q não sabe o que é trabalhar, muito menos de sol a sol, não sabem o que é viver com pouco dinheiro (porque NÓS pagamos a eles salários inomináveis e damos a eles todo o poder do mundo sobre nós...), não sabem o q é pagar fortunas a sindicatos q não valem nada, dirigidos por corruptos e arruaceiros... Nossas leis, aquelas q dizem se podemos ou não comer, consultar um médico, ter direito a remédios, viver com dignidade, dependem de gente q nunca viu nossa realidade, não senta em qualquer privada, não limpa a bunda com papel comum. Nossas leis depende de gente imprestável, sem educação, q trata repórter com um tapa na cara, que bate nos meninos do CQC como se fossem bandidos, e trata bandido como se fosse professor... Nossas leis depende de gente que vive em casas de luxo, com piscina, aquecedor, condicionador de ar, sauna, mordono, 5 empregadas, motorista, segurança etc... Não sabe o q é ser assaltado, ficar doente sem ter a quem recorrer, ser vítima de injustiça e não poder pagar um advogado... Enquanto nossas leis dependerem desse tipo de gente, vamos continuar vendo morrer nossos filhos, nossos irmãos, nossos vizinhos, e nada vai acontecer. Porque não são os deles. Os filhos deles nunca vão sofrer, não vão ser assaltados, não vão depender da fila do sus. Votem, votem sempre em gente q não presta. Aí, quando morrer uma filha sua, grávida a caminho do hospital, vc talvez me dê razão. Ou entenda o q estou querendo dizer. Enquanto não aprendermos a ver através da fumaça do senado, vamos continuar levando no c... Talvez façamos como galinhas: levamos no c... e saímos cantando...

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Quanto a gente não faz por alguém!

http://www.vagalume.com.br/milton-carlos/samba-quadrado.html#ixzz1sXX3r96W

Samba Quadrado - Milton Carlos

Eu fiz um samba quadrado pra você sentir
Que quanto maior a distância
Maior é o fim
Eu fiz da rua escura
Pedaço de lua pra te iluminar
Eu fiz de versos mais rimas
Palavras e cismas
Pra te chatear
Eu fiz um samba quadrado pra você voltar
Eu fiz da viola a desculpa
Pra me consolar
Eu fiz do ontem o hoje
E do hoje o amanhã
Pra te ver aqui
Mas é bem melhor
Para o mundo eu chorar
Pra você eu mentir
Lourinha, gotinha d'água
Lourinha da minha mágoa

http://www.vagalume.com.br/milton-carlos/samba-quadrado.html#ixzz1sXX3r96W

Não sei porque meus links não ficam azuis.
Já tentei, já perguntei...
Não ficam.
Mas o pedaço da música "mas é bem melhor para o mundo eu chorar, prá você eu mentir" eu nunca tinha entendido assim, e é melhor eu não dizer o que eu entendia.

Amo essa música, e vejo nela tantas idiotices que a gente faz para alguém. Não para nós, mas para os outros.
Não compensa, mas a gente demora prá aprender.
A gente faz, faz, nunca está bom, e aí vem aquela outra frase, a mais dura q eu ouvi e tive q aprender na minha vida:
"ninguém muda ninguém".
Hoje ela está escrita na parede do meu quarto, grande, forte, prá eu nunca mais me esquecer.
Foi a coisa mais difícil que eu tive que aprender na vida.
Por todas as realidades que ela contém.
Paciência, a vida é assim mesmo.
Ninguém disse q seria fácil, nem justo, nem divertido.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Novas medidas ao seguro desemprego

SÃO PAULO - O governo publicou nesta terça-feira (17), no Diário Oficial da União, o decreto 7.721, que visa impor condições para a solicitação do seguro-desemprego.

Com a entrada do novo decreto, o trabalhador que solicitar o benefício três vezes em um período de dez anos, só poderá receber o seguro-desemprego novamente, se frequentar um curso de formação continuada ou de qualificação profissional, com carga horária mínima de 160 horas, habilitados pelo MEC (Ministério da Educação).

De acordo com a publicação, os cursos serão ofertados por meio da Bolsa-Formação Trabalhador, que faz parte do Pronatec (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego).

Isenção
Em alguns casos, o trabalhador poderá ser dispensado da obrigatoriedade de frenquentar o curso, como na inexistência de oferta de curso compatível com o perfil do trabalhador no município ou região metropolitana que reside.

Também estarão isentos da obrigatoriedade, os trabalhadores que apresentarem um comprovante de matrícula em curso de formação inicial e continuada ou de qualificação profissional com carga horária igual ou superior a 160 horas.

Cancelamento do benefício
O trabalhador também ficará suscetível ao cancelamento do benefício quando se recusar a realizar a pré-matrícula no curso de formação profissional ou não efetivar a matrícula no prazo estabelecido.

Também será cancelado o seguro-desemprego dos trabalhadores que deixarem de frequentar o curso que estiverem matriculados.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Costura? Também pode ser Senai.

Dia 27 de fevereiro comecei o curso de costura pelo Senai.
Uma super insegurança, eu não conhecia ninguém.
A professora, muito simpática, nos apresentou à máquina de costura reta.
Eu só costurara em máquina doméstica, nunca tinha sentado à industrial. Mas gostei.
Minha máquina era bastante rápida, eu duvidei que um dia costuraria.
Mas foi.
Lá por meados do curso sentei-me à máquina de uma colega, e eis que descobri-me fazendo os exercícios perfeitos, sem dificuldade.
Minha máquina era realmente muito rápida, e eu preferi continuar na máquina da minha agora amiga.
Revezávamos na máquina, e as vezes eu utilizava a máquina de outra que tinha faltado, ou que já passara à máquina overloque, meu objetivo maior.
Que vontade de costurar na overloque que eu sentia!
Aprendi a passar a linha, a testar o ponto...
Que sonho!
Hoje, no finalzinho do curso, sei que vou sentir saudades das colegas. Passamos juntas um tempo razoável, e trocamos gentilezas que não vou esquecer.
Gente, o Senai é mesmo uma fonte de profissionalismo.
Várias "meninas" já estão empregadas, e duas (sogra e nora), que moram distantes, já compraram máquinas e já pegaram serviço para fazer em casa.
Indiscutível que o Senai traz condições de melhorar a vida das pessoas.
Basta ter disciplina e vontade de aprender.
Parabéns a todos os professores do Senai, principalmente à Lúcia, que agora conheço e a quem sou eternamente grata.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Sobre a Cruz em repartições públicas

Eu concordo plenamente com esse padre, em virtude de ter visto muitas injustiças durante mais de vinte anos de meu trabalho.
Vi um juiz agnóstico pregar coisas idiotas como justiça e retirar a Cruz da sala onde eu trabalhava.
A verdade dele era maior...
Vi uma mulher demoníaca fazer diferenças entre pessoas porque algumas poderiam beneficiá-la.
Vi funcionários atendendo primeiro o advogado que poderia lhes render algum dinheiro.
Vi pequenos agricultores sendo explorados por sindicatos q só existem para arrancar dinheiro de quem não tem mais nada.
Vi exploradores tirarem a esperança de viúvas que tocavam sozinhas sítios produtivos e nada lhes dar em troca, nem um olhar de misericórida.
Concordo com o Padre Demétrius. Cristo deve mesmo ser retirado dessas salas imundas onde as leis são corrompidas ao bel prazer dos manipuladores. Onde se lavam as mãos porque o que está escrito vale mais do que a dignidade, a honra e a moral.
Tiremos Cristo da parede, já q ele não pode viver em nossos corações.


"O Ministério Público Federal de São Paulo ajuizou ação pedindo a retirada dos símbolos religiosas das repartições publicas.

Pois bem, veja o que diz o Frade Demetrius dos Santos Silva.

Sou Padre católico e concordo plenamente com o Ministério Público de São Paulo, por querer retirar os símbolos religiosos das repartições públicas…

Nosso Estado é laico e não deve favorecer esta ou aquela religião. A Cruz deve ser retirada!

Aliás, nunca gostei de ver a Cruz em Tribunais, onde os pobres têm menos direitos que os ricos e onde sentenças são barganhadas, vendidas e compradas.

Não quero mais ver a Cruz nas Câmaras legislativas, onde a corrupção é a moeda mais forte.

Não quero ver, também, a Cruz em delegacias, cadeias e quartéis, onde os pequenos são constrangidos e torturados.

Não quero ver, muito menos, a Cruz em prontos-socorros e hospitais, onde pessoas pobres morrem sem atendimento.

É preciso retirar a Cruz das repartições públicas, porque Cristo não abençoa a sórdida política brasileira, causa das desgraças, das misérias e sofrimentos dos pequenos, dos pobres e dos menos favorecidos.

Frade Demetrius dos Santos Silva.
‘Folha de São Paulo’ de 09/08/2009"

sexta-feira, 6 de abril de 2012

eu sei q vc me ama

Sempre ouço essa música, mas quando estou triste é ainda melhor.
Tente varias vezes, com os olhos fechados.
Vai sentir diferença no seu dia...
Abraços.

http://www.vagalume.com.br/padre-antonio-maria/sonda-me.html

sexta-feira, 30 de março de 2012

Justiça

Difícil falar de justiça no brasil.
porque não a encontramos em lugar algum!
não nas leis, q foram feitas por alguns, sem satisfazer o interesse da maioria, e sem saciar os desejos mais básicos da população.
Drogas? Sempre teremos os viciados, os traficantes, as vítimas, as mães lutando prá libertar os filhos, irmãos se matando...
Mas governantes honestos acho q nunca teremos.
E isso em todas as esferas, todos os níveis.
Difícil falar de justiça no brasil.
Na Justiça que deveria dar a cada um o que é seu, inclusive castigos, punições etc.
Na Justiça que deveria zelar para que nenhuma gestante passasse fome, que nenhuma criança dormisse sem uma cantiga de ninar, que nenhum pai ficasse aos bares à noite, que nenhum homem se embriagasse para enfrentar problemas que não são seus.
Na Justiça que deveria tornar prazeroso o ato de estudar, de ser puro, de ser corajoso, de ser trabalhador.
Na Justiça que deveria punir os culpados, fossem eles quem fossem, inclusive os filhos dos governantes, dos legisladores e dos poderosos.
Na Justiça que não sobrecarregasse os mais pobres, imputando-lhes uma carga de trabalho exaustiva, uma assistência médica zerada, um atendimento odontológico de quimeras, um transporte coletivo de ficção...
Na Justiça que faria de nós um povo realmente livre, que não precisasse ver bandidos velhos comemorando o início de uma ditadura que matou milhares de inocentes...
Na Justiça que valorizasse os estudantes, os cientistas, a mulher, o Homem...
Na Justiça que somente fosse justa, mais nada.
Não preferencialista, nem parcial.
Não limitante, mas desbravadora.
Justiça Divina, somente a que nos resta.
Dizem que Deus tarda mas não falha.
Senhor meu Deus, não tarde muito, por favor, eis que seu povo clama misericórdia!!!
Põe tua mão, Senhor, e perdoe se fizemos tão pouco que muitos já não acreditam em Ti!

sábado, 24 de março de 2012

Murilo Machado Duarte


Hoje, quando vejo as fotos dele, choro.
De saudades do menino que conheci indefeso, pequeno, tímido e ansioso por fazer amizades.
Do menino que ainda brigava na escola, que ainda chorava no recreio e era discriminado.
Do amigo incomparável e inigualável que foi prá minha filha, do amigão que foi pros meus filhos, do amigão que ainda é para eles.
Do amor que ele me dedica, das palavras que me dá quando nos vemos, do menino órfão que acolhi nos meus braços na madrugada do inferno que ele teve que atravessar.
Hoje, quando vejo as fotos dele, choro.
De alegria, por tudo que ele está conquistando.
Da coragem que ele tem, da garra prá escalar as montanhas/obstáculos da vida.
Ele não as contorna. Ele as escala, e lá de cima olha com condescedência para os que não o seguiram.
Da força que ele tem em buscar os sonhos, da inquietude que lhe move a alma.
Hoje, quando vejo as fotos dele, choro.
De orgulho da pessoa que ele é.
De orgulho da pessoa que ele está se tornando.
De orgulho do lutador, do guerreiro que ele mostrou ser.
Ele, que não precisava provar nada prá ninguém, mostrou a todos que é um vencedor, por si só.
Não precisava ser o primeiro bailarino.
Não precisava ser o melhor da escola.
Não precisava ser tão gentil, tão bom, tão educado e meigo.
Mas ele é.
Murilo, muito, muito obrigada por fazer parte da minha vida.
Obrigada por estar presente em tantos momentos difíceis prá nós.
Obrigada por saber das coisas que nos são importantes.
No seu aniversário, quero te desejar tudo de bom, todo o sucesso que você merece, toda a força que eu puder te dar, toda a gratidão por você ser quem você é, todo o amor por você pertencer à minha família, todo o aconchego de que você precisar.
Feliz aniversário, meu amor.
Feliz Ano, Feliz Vida, Feliz...
Feliz aniversário, Murilo Machado Duarte.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

The Lonely Shepherd

The Lonely Shepherd
A MÚSICA DO KILL BILL QUE EU MAIS GOSTO

O PASTOR SOLITÁRIO


http://www.dailymotion.com/video/x4flor_kill-bill-soundtrack-the-lonely-she_music

http://www.dailymotion.com/video/xe5axi_gheorghe-zamfir-lonely-shepherd-kil_music

Não dá prá descrever a emoção que sinto quando ouço isto.
Amo essa música.
Realmente inspirada.
Depois um idiota quer me falar de funk, de rap, de pagode?

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Chance; oportunidade

Cansei de dar chances às pessoas.
Sei daquela história de "menti, mas me dá uma chance?"
(Como se a primeira vez em que a gente aceita a pessoa no nosso círculo particular de amigos e/ou familiares não fosse uma chance...
E das boas, digamos.
Significa que deixamos a pessoa se aproximar, fazer parte do nosso grupo seleto, das nossas amizades escolhidas a dedo, das pessoas pinçadas num mundo cheio de decepções, desilusões e outros "des".
Como se o simples fato da pessoa estar nos conhecendo já não fosse uma chance.
Pô, você vive com um cara uns dez anos, ele extrapola, você perdoa; ele mente, você justifica; ele desrespeita, você tolela...
Não foram chances desperdiçadas?
Não foram oportunidades imensas que o universo deu a ele, o simples fato dele poder falar com você?
Aí ele pisa na bola de novo, você estoura, chuta os arrimos da barraca, põe fogo na lona e ele ainda vai dizer que você é intolerante?
Intolerante a mãe dele, que não o afogou quando nasceu e viu que era um traste...)

Então, não há mais chances.
Cansei de desculpar pequenas falhas (sei que todos as têm), de entender dias de mau humor (também os tenho), de buscar justificativas para atitudes ofensivas.
Foda-se.
Vá à merda.

E as minhas chances de conhecer uma pessoa melhor?
E as minhas oportunidades de buscar algo melhor prá mim?
De ter um amor muito mais significativo?
De ter uma pessoa mais romântica ao meu lado?
De encontrar uma pessoa sem preguiça de sonhar, sem cãibras prá dançar, sem chiliques no parque de diversões?

Então, aquela coisa de: "entenda, ele (ou ela) não está nos melhores dias..."
ACABOU!!!
Eu só vou entender se EU não estiver nos melhores dias.
Só vou perdoar se EU não estiver a fim de conversar.
Só vou tolerar se EU for mal educada.
De resto, não quero mais ser psicóloga de ninguém.
Não quero mais só ouvir, quero também falar.
Não quero mais só pagar, também quero comer de graça.
Não quero mais comprar as coisas, quero ganhá-las.
Não quero mais fazer surpresas, quero ser surpreendida.
Não quero mais consolar, quero ser consolada.
Não quero mais carregar, quero ser carregada.
Nem que for por um burro, pois prefiro um burro que me carregue que um cavalo que me derrube.
Beleza?

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

cotonete

Não gosto dessa rima.
Ainda mais de nome de mulher que termina com essa rima.
Por vários motivos, os quais prefiro não citar.
Mas o cotonete propriamente dito, aquela haste com um pelotinho de algodão na ponta (daí "coton" ete), esse me faz virar os olhos, quando bem encaixadinho dentro da minha orelha, embora os médicos sejam unânimes em nos recomendar que nunca façamos isso.
Adoooooooro um cotonete bem aplicado, depois de um banho demorado. Se não houver o cotonete, fico o resto do dia com a sensação de que está faltando alguma coisa.
Não é só a sensação.
Está mesmo faltando algo.
Aquela coisa que nos enxuga o fundinho do ouvido, que nos dá a segurança de estarmos bem secos depois do banho, não importa se o cabelo ainda escorre ou se o meio dos dedos do pé estão úmidos.
O que importa é o ouvido bem enxugado.
E se o cotonete sair limpinho, melhor ainda.
Significa que lavamos corretamente o conduto auditivo.
Também não me importa se uso os termos errados, segundo os médicos ou expertos da anatomia humana.
Quero enxugar meu ouvido com um cotonete de boa qualidade, com um bom chumaço na ponta.
Só.
E abençoado seja quem inventou o cotonete.
Beijos.

Facebook

Eu ainda gosto do orkut.
Podia trocar idéias, perguntar e receber respostas, visitar lugares nunca dantes navegados, passar além da tramontana...
No facebook só posso ler frases isoladas, cheias de ites, nunca sem pretensões.
Tenho saudades de procurar uma comunidade exatamente com o tipo de perfil do meu sentimento da hora, com a descrição da minha total indignação, ou do meu total desamparo.
No facebook raramente consigo voltar ao tema da conversa, as respostas são inoportunas e tudo é muito rápido, como se fosse uma festa onde as pessoas vão passando por você e não param, não têm tempo prá ouvir a resposta do "Como vai?" e vão correndo em busca de ninguém sabe o que.
Por isso tenho saudades do orkut. Só que desde o Natal não recebo uma mensagem, e recebo uma porção de cartões prontos, com fotos de crianças anônimas e uma mensagem mais anônima ainda escrita do lado.
Acabou a fase antiga do orkut.
Quem sabe ele renasce de outro jeito?
Enquanto isso, eu fico sem ter onde conversar.
Então vou postando, escrevendo o que sinto, o que me deixa indignada, o que me irrita, o que me dá raiva.
O que me entristece.
Como se a vida passasse a ser eternamente uma quarta feira de cinzas, sem o consolo da cerimônia religiosa no final da tarde...
Beijos a quem amo.
Continuo desejando abacaxis pérola a quem detesto.
E quanto mais detesto, maior é o abacaxi.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Aniversário da tia Zefa

Foi sexta, mas comemoramos no sábado, porque os dias atuais não permitem q nos visitemos em plena sexta feira, dia de trabalho e escravidão.
Se fosse bom, não seria dado como castigo a Adão e Eva.
Se fosse bom, seria proibido.
Como comer doces.
É tão bom, por isso engorda, dá gordura no fígado e na pqp, dá diabetes e o diabo a 4.
É tão bom, por isso vicia.
E por isso, por ser tão bom, nos é proibido.
Como o acesso às leis.
É bom para o povo, por isso nos é negado.
Por isso nossas leis são escritas de modo obscuro, de modo a precisar de um bando de gente q quer parecer inteligente para interpretá-las.
Já dizia Beccaria: "infeliz da nação cujo conhecimento das leis é uma ciência!"
Infeliz do Brasil, cujo povo mal sabe o que fazem e para q servem seus políticos!

Mas voltando à vaca fria, comemoramos no sábado o aniversário da minha tia Zefa.
E eu consegui perguntar à minha outra tia, esposa do irmão da minha tia aniversariante, o nome do marido da minha tia morta há muitos anos, e o nome do bebê que ela deixou.
De posse deles, posso agora pedir a Deus que una o bebê à sua mãe (lógico que Ele não ia esperar meu pedido para fazer tal coisa, mas me consola poder pedir), e que una a minha tia morta ao grande amor da vida dela, aquele que foi prá revolução e nunca mais a viu, por inveja de uma colega má.

Minha tia Maria, que eu não conheci, e que foi irmã da minha mãe.
Eu sofri demais quando minha irmã se foi, e agora posso entender o que minha mãe e suas irmãs mais novas sofreram quando a irmã mais velha morreu.
E posso saber, também, que desde aquele tempo os médicos não dão o braço a torcer e fingem saber o que não sabem. Fingem que dão conta do recado, mas no fundo jogam com a vida das pessoas.
Não são sacerdotes coisa nenhuma, não são abnegados.
Como o cardiologista que durante um bom tempo enrolou a minha mãe.
Mas isso é outra história.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Josefina Rodeguer Loddi

Minha tia querida, última irmã viva do meu pai amado.
Quando ela era pequenina, a mãe morreu.
Foi criada com madrasta, no tempo em que as madrastas ainda eram ruins.
Meu avô ganhou uma bonequinha no armazém onde fazia as compras grandes.
O dono, um turco, perguntou: "Afonso, você tem uma menininha em casa?"
"Tenho!" "Leva prá ela!"
Os gastos eram grandes, a boneca nada custou ao turco.
E a menininha nunca tocou na boneca.
Já que chegou, a madrasta colocou a boneca no algo de uma tábua, onde ficava o rádio - preciosidade na segunda guerra - e onde ninguém pensaria em tocar.
Lá ficou, até q a menininha cresceu.
Hoje ela faz 90 anos.
Criou 10 filhos, lutou, chorou, venceu.
Ficou viúva, perdeu os irmãos que tanto amava, perdeu um filho para o câncer.
Mas continua firme, lúcida, e sempre me abraça e diz que me ama.
Acredito no amor dela, pois, nessa altura do campeonato, porque ela mentiria prá mim?
Feliz aniversário, minha tia querida.
Que Deus a abençõe muito, por tudo que você sofreu na vida.
E que o anjo abra a caixa da sala de parto na hora do seu julgamento...
Mas que Deus ainda deixe você com a gente por muitos anos.
Amo você, minha tia Zefa querida.

Chuva

"A chuva sempre foi tão boa, hoje nem garoa já nos cai tão bem...
Poluindo nosso ar, a chuva vai ficar ácida também..."
Ah, Xuxa, naquele tempo em que você fazia O Show da Xuxa eu achava q era só prá rimar.
O tempo mostrou q vc tinha razão.
Riqueza também tem seu preço, e é justamente o seu avesso, o desabrigo, a morte, a fome...
Chuvas sempre caíram sobre a Terra.
As águas corriam descobrindo as terras mais fundas, levando o homem a se alojar nos vales, para não ter q caminhar tanto à procura da água para beber.
Mas não previram que o Homem devastasse tanto.
Hoje, com os desmoronamentos, culpam a chuva. Mas ela é inocente.
Culpados são os Homens, exploradores do seu semelhante, maus distribuidores da riqueza do mundo.
Sempre choveu sobre a Terra.
Mas nem sempre houve Homens corruptos sobre ela.
Enquanto era só ela, tudo estava bem. Os Homens ocuparam as encostas, totalmente expostas, cheias de erosão...
O barro e o lixo vão aos rios que, sujos, dão enchente, não dão mais vazão...
Ô Ô Ô Homem...
Vê que a chuva também chora...
É Deus que aos prantos te implora a perceber
Que dinheiro não se come...

sábado, 7 de janeiro de 2012

Introdução do tcc sobre casamento

INTRODUÇÃO

Roma.
Nenhuma civilização foi tão poderosa por tanto tempo quanto a romana.
Fundada no século VIII a.C, Roma resultou do encontro de três povos: os italiotas, de origem indo-europeia; os etruscos, vindos da Ásia Menor; e os gregos.
Partindo das férteis planícies da península Itálica, os romanos desenvolveram um império tão vasto que suas leis, monumentos, táticas militares e instituições influenciaram todo o mundo ocidental.
Sua queda, em 476, marcou o fim da Antiguidade e o início da Idade Média.
A versão mítica do surgimento da cidade de Roma, narrada pelo historiador Tito Lívio e pelo poeta Virgílio, na obra Eneida, conta que a cidade foi fundada em 753 a.C. pelos gêmeos Rômulo e Remo.
De acordo com a lenda, os dois irmãos foram abandonados ainda bebês no rio Tibre e só conseguiram sobreviver graças a uma loba, que os amamentou.

Falta de educação

"Agora vc anda assim, esfarrapado?" Pois é. Ele teve q escutar isso, qd foi levar dinheiro pro filho da puta a quem ela deu cria. Depois de tantos anos convivendo com vagabundos ela não sabe mais distinguir um trabalhador de um à toa. O pai dela era um vagabundo, à toa, biscateiro, o q mais se imaginar de um desqualificado. Mas sempre andava bem vestido, sapatinho limpo, nome nem tanto, alma idem, idiota completo. Ela, agora, mede as pessoas pelos princípios q herdou. Só herdou isso, a boba. Pro "netinho" que a mãe dela tanto queria, não veio nada, pois a velha só queria mesmo a diversão e um bocó prá sustentar a encalhada q ela ia deixar nesta vida. Velha malacafenta, velho vagabundo, só podia dar nisso aí: uma vagabunda q não trabalha e usa o telefone e as lágrimas prá convencer outra idiota de q o filhinho mal cagado não tem um dinheirinho prá passar o final de semana. Enfie o filho no c, q foi de onde ele saiu. Não há como não comparar. O meu pai era um trabalhador, era encontrado sempre suado, de chapéu, sapatão, camisa velha, calças idem. Nunca deveu um tostão para ninguém, mas trabalhava de sol a sol, não era agiota, não desrespeitava minha mãe, nem nós, os filhos. Soube honrar o sangue de seus antepassados. Nunca ouvimos falar mal dele. E eu nunca julguei um homem pelos farrapos q vestia. Muito menos um homem q eu conhecesse. Vestir farrapos, vaca, é bem menos vergonhoso q vestir dívidas, como vc faz. Vestir farrapos, desqualificada, é bem menos vergonhoso q vestir chantagens e negociatas. Tome vergonha nessa cara, vagabunda! E vê se se enxerga, antes de dizer que um homem veste farrapos! Veja o que o seu pai vestiu! Veja o que ele deixou, o que construiu na vida, o que te ensinou: NADA!!! Agora, cuidado, que o filho q vc cagou vai vestir farrapos, um dia. Se fosse um filho meu, eu preferiria q fossem farrapos visíveis, como o desse homem q hoje vc magoou. Como o filho é seu, eu desejo q vista os farrapos invisíveis, iguais aos do seu pai, q levam um Homem ao inferno!

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Doloreu, Otávio Celso

Na minha casa, entre pais e irmãos, usávamos a palavra "doloreu". Significava q um de nós tinha ficado magoado por um tempo curto, por algo que um dos outros havia feito ou dito.
Meu irmão mais velho é especialista em ficar "doloreu".
Agora a palavra "pegou" novamente.
Comecei a usá-la com meu marido, para falar dele e das outras pessoas.
Se ficar emburrado, dizemos que "doloreu".
Alguns conhecidos nossos já usam também: "fulano doloreu, agora não quer ir mais".
Hoje rimos muito com isso.
Palavras são como a moda do vestuário: cíclicas, vão e voltam a cada determinado período de tempo.
Há um site em Portugal que foi copiado no Brasil, sobre a pessoa adotar uma palavra para usar periodicamente, para que esta palavra não morra.
De todas as que havia no site, não havia nenhuma que eu não use.
Estranho, isso.
Acho q então estou escrevendo pouco: não perceberam ainda que eu não estou deixando algumas palavras sobreviverem.
Esta semana tive a certeza de q "doloreu" não vai morrer tão cedo.
Meu irmão não deve estar gostando dessa história, pois a cada pessoa q me pergunta o q isso quer dizer, eu tenho q explicar q a história começou com ele.
Paciência.
A História requer sacrifícios.
Otávio Celso, você está fazendo sua parte, servindo à História com seus episódios de "dolorer".
Obrigada. Valeu, irmão.

Aliá

Tem gente que não sabe.
Muita gente.
Aliá é fêmea de elefante.
Tem uma aliá q está dando o que falar.
Viveu no circo a vida inteira, serviu, foi escravizada, fez dinheiro, aí foi doada.
Não tem onde morar.
Não tem quem a queira.
O poder público não pode arrumar um local para uma aliá.
O poder público só pode arrumar locais para pendurar donos de cuecas onde caibam dólares.
O poder público só pode arrumar locais para tratamento de saúde dos poderosos, que manipulam o direito e a justiça a seu bel prazer.
O poder público não resolve problemas quando o povo não exige, quando o povo não pede prestações de contas.
O poder público não faz nada quando o povo, que é dono desse poder, não sabe disso.
O povo tem que exigir que o poder público arrume um local saudável para essa aliá, de preferência com um companheiro.
Basta de zoológicos idiotas, onde uns animais ficam presos enquanto outros, piores, desfilam para vê-los.
Basta de confinamentos, exposições, humilhações.
Que essa aliá encontre logo um lar decente.
Pior que abrigar uma aliá é abrigar corruptos.
Disso nós estamos cheios.