MÃE!!!
Ela era uma Rosa
A vida não pára!
Paciência
Lenine
Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
A vida não para...
Enquanto o tempo
Acelera e pede pressa
Eu me recuso faço hora
Vou na valsa
A vida é tão rara...
Enquanto todo mundo
Espera a cura do mal
E a loucura finge
Que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência...
O mundo vai girando
Cada vez mais veloz
A gente espera do mundo
E o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência...
Será que é tempo
Que lhe falta para perceber?
Será que temos esse tempo
Para perder?
E quem quer saber?
A vida é tão rara
Tão rara...
Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não para
A vida não para não...
Será que é tempo
Que lhe falta para perceber?
Será que temos esse tempo
Para perder?
E quem quer saber?
A vida é tão rara
Tão rara...
Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não para
A vida não para...
A vida não para...
Páginas
domingo, 14 de março de 2010
corte e costura
Na sexta à tarde a professora me dispensou. Ia viajar. E eu fiquei muitíssimo triste, porque esperei por esse sábado por muitos anos... Sem nem saber se um dia ele chegaria. Aí minha aula foi por água abaixo. Ela disse q me liga quando puder me ensinar. Porque eu não acredito q vá ligar?
E eu queria fazer uma camisete linda prá mim, com a parte dos botões em cetim também branco, e uma manguinha pouco bufante, porque estou acima do peso.
Ia ser a primeira de muitas, q quero logo fazer um monte de roupa prá mim.
Tenho uma colega q tem muuuuuuuuuuuitos vestidos, cada dia vai com um, e eu morro de inveja boa. Ela sabe q é inveja boa, não a quero mal, só queria ter também o q ela tem. Eu a acho muito bonita, quero q ela tenha cada vez mais, quero q ela suba muito na vida, mas eu também queria ter o corpinho dela e as roupas lindas e magníficas q ela ostenta.
Porque quando criança eu sempre quis uma mãe costureira.
Minha prima tinha mãe costureira, mas não tinha uma mãe q dirigia. E ela queria uma mãe q tivesse um carro. Eu tinha essa mãe. A gente queria a mãe trocada, mas eu nunca queria q minha mãe fosse a mãe dela.
Eu queria a minha mãe mesmo, mas queria q ela soubesse costurar. Minha madrinha, a Ana, costurava um monte prá mim, até calcinhas fazia, naqueles longínquos anos em q não achávamos calcinhas de malha prá comprar...
E minha professora desmarcou a minha aula... Será q eu aprendo sozinha? Será q acho na net alguém q se disponha a me ensinar à distância? Q pena q não deu certo...
Queria tanto ter feito a minha blusa de laise... Branca.
Como a roupa da minha primeira comunhão... Acho q laise mexe muito com minha infância. Talvez por isso eu tenho comprado esse tecido. Mas não vou desistir. Se não for essa, eu arrumo outro jeito de aprender.
Nem q for sozinha, chorando na cozinha. Mas eu vou costurar.
Beijos.
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
entre tapas e beijos
Uns quilinhos a mais, uns a menos... Vamos na luta incansável por um corpo q seja apresentável... rsrsrsrs
Que possa entrar e sair de um vestido maravihoso sem entalar e sem causar risos.
Vamos nos encaixando no molde q fizemos prá nós, aparando arestas, minimizando rusgas e rugas, rixas e rinhas, corroendo beiradas e roendo cantos...
Cada verso, uma poesia.
Blogs amigos ou só curiosidade. Presença marcante, já q não nos conhecemos ou não nos encontramos.
Que nossos leitores nos conheçam pelas palavras, pelo estilo, pelo riso e pela tristeza q deixamos transparecer em nossa prosa.
E que 2010 seja realmente o ano das nossas realizações. Que tenhamos a coragem de mudar, vasculhar gavetas, jogar fora ressentimentos bobos, retirar traças e teias e angústias da mente, parar de sofrer por coisas tão pequeninas, viver a vida como ela se nos apresenta...
E dá-lhe bola, q a vida é um jogo...
2010! A certeza do futuro, a imprecisão do agora, mas acima de tudo a certeza de q é o agora q temos em mãos, e é o agora q tem q ser modelado, senão o futuro não chega.
Beijos a quem amo.
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Porque, Verônica, acima de tudo, quero q te lembres do meu riso...
E eu, acima de tudo, quero q meus filhos se lembrem do meu riso, quando eu não mais estiver com eles.
Meu riso tão raro, tão caro, tão buscado, e tão sofrido.
Meu riso molhado de pranto, de tempo, de recordações e saudades...
Meu riso tão difícil, tão fácil e tão sincero...
Meu riso q ecoava no colégio, ecoa agora na faculdade e nunca mais ecoou por todos os lugares.
Fiquei conhecida no colégio pelo meu riso, q também ecoava no cinema, em meio aos amigos, e q mostrava a direção a quem chegava atrasado.
Meu riso arrancado agora das entranhas, que não é mais tão superfície. Agora ele mora no fundo, bem no fundo, tal peixe cego q nunca viu a luz do sol.
Meu riso. Acima de tudo, quero q meus filhos lembrem o meu riso. Porque não quero ser lembrada pelas enxaquecas, pelo mau humor, pelo estresse, pela correria, pelas broncas, pelo pouco dinheiro, pelo improviso, pela pressa, pela falta na reunião de pais e mestres, pelo assobio no teatro durante a apresentação de ballet, pelos apitos durante o jogo de futebol da escola.
Acima de tudo, quero q meus filhos se lembrem do meu riso, e que saibam rir durante toda a vida deles. Deles, das falhas, das gralhas q encontrarão em todo lugar, das pessoas intrometidas, palpiteiras, das comadres q arrancar-lhes-ão os olhos, se puderem, das mulheres sem cérebros, dos homens sem caráter e, acima de tudo, quero q saibam rir dos próprios erros.
Filhos, riam sempre, de tudo, carreguem no fundo do bolso um riso de reserva, para os momentos mais difíceis da vida.
Eu os amo, e quero q ecoem em seus ouvidos, para sempre, o meu riso.
Acima de tudo, quero que vocês se lembrem do meu riso...
domingo, 27 de dezembro de 2009
artigo quinto da constituição federal
Tá bom, mas como já diziam na Fazenda Modelo, uns são mais iguais q outros.
É já sabido, desde a escravidão. Todos têm, mas uns têm mais q outros. Temos isso como natural e certo, pois não nos revoltamos contra essa verdade maculada, cuspida e escarrada. Se todos são iguais, porque as mesas não são iguais? As escolas, os transportes, as moradias, os livros, os passeios?
Porque a filha daquele sindicalista barrigudo pode ir prá Disney e a filha da empregada não? Porque a riquinha pode estudar num colégio bom e a filha do pobre não? Sistema? Quem faz ou aceita o sistema?
Nós? Não. Nós temos preguiça de mexer no sistema. Enquanto ele não nos incomoda, não nos mobilizamos. Quando nos mobilizarmos, ele já nos terá engolido.
Não somos iguais perante a lei.
Se o empregado diz q não recebeu, o juiz acredita. Mas se o patrão diz q pagou, não acontece o mesmo. Getúlio Vargas, aquele maldito q deveria ter puxado o gatilho dez anos antes, deixou essa lei idiota q prega a hipossuficiência. Que hipossuficiência? Enquanto o patrão tá se lascando, o empregado está bem confortável deitado na sala, vendo tv paga, com parabólica instalada num bambu, ao lado do tanque de lavar roupas descoberto, porque esse mês não deu prá comprar as telhas pro puxado.
Nooooooooossa, e q calor q faz no sábado, não dá prá ir trabalhar senão não aguenta o forró até de madrugada. Ou o boteco e as cervejas até a meia noite.
E dá-lhe cesta básica, vale geladeira, vale diversão e vale sabe-se lá o que.
Brasileiro não é pobre. É vagabundo. Comprovamos isso vendo milhares de casas num barranco desabarem e a água levar tv de 29 polegadas, mas nenhum livro. Geladeiras triplex mas nenhum jornal. Guarda roupa de quinta categoria, mas roupas de marca e da última moda.
Ninguém é igual a ninguém, nem perante a lei.
Porque se fosse, o patrão não seria esfolado vivo em cada audiência a q assistimos. E o empregado deveria trabalhar para pagar seu luxo.
Ninguém é igual a ninguém porque uns estudam muito e conseguem a vaga na faculdade, outros vagam pelos bares nas madrugadas e conseguem cotas q os fazem entrar numa faculdade q não vão acompanhar.
Sistema? O sistema somos nós, e então q seja: todos os sistemas são iguais perante a lei. Aí sim, eu acreditarei.
Beijos a quem amo.
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
Vacas, presépios e maldade II
Acabou a noite de Natal. Já é dia 26.
E q o ano novo seja muito melhor prá quem merecer. Quem não merecer q tenha o devido.
Fiquei sabendo uma coisa q me deixou um pouco mais aliviada.
Não foi muita gente, e parece q meu coração se sentiu vingado. Bem feito! O tempo mostra quem era a vaca e quem era a Maria do presépio.
Aquela q não sabia criar filhos. Julgada por uma vaca q não tinha feito nada da sua vida, nunca. Só merda. Tem um diploma q ninguém sabe prá q serve, e sua boca é uma fonte de esgoto não tratado. Não sei como conseguiu dar cria. Mas deve ser vacas iguais. Porque a Maria criou bem criados seus filhos, deixando saudades eternas por onde passou, nos corações q tiveram a graça divina de conhecê-la. Maria, aquela q cursou período duplo no colegial: o clássico, onde se aprendia 4 línguas, mais as literaturas correspondentes, e o científico, onde se aprendia as ciências exatas. Aquela q casou-se prá poder estudar. Q foi embora da sua terra, deixando pais, irmãzinha, amigos, animal de estimação e história. Aquela q, durante a faculdade, teve os seus filhos, num total de 4, sem perder o pique e a coragem de estudar, e de graduar-se com louvor. Aquela q passou na USP aos 17 anos, sem cursinho e sem comprar a vaga. Aquela q com o francês q aprendeu na escola visitou a França e saiu-se bem. Com o alemão q aprendeu com um sobrinho viajou por toda a Alemanha, e aprendeu mais coisas. Aquela q costurava, advogava, limpava, cozinhava, ninava e espalhava sabedoria. Aquela a quem ninguém ajudou.
A pergunta clássica era: "O q tem prá comer?" Se a resposta agradava, a "visita" vinha. Se não, a "visita" dava uma desculpa esfarrapada. Quando aparecia, e era mais frequente do que desejada, o fazia às 17 ou 18 horas, para almoçar. Comia como uma porca e deixava os pratos sujos prá Maria limpar.
E quando Maria estava doente mandava mais serviço ou inconveniências para fazer companhia. A vaca q nunca enxergou q não era desejada. Q nunca viu q só aparecia prá atrapalhar. Quem nunca era convidada porque ninguém a queria, com sua língua de víbora e seu coração cheio de maldades.
Até no velório a vaca só pensou em si. Mas o castigo vem. Com certeza. Tem muita gente desejando.
Por isso e por muito mais, eu quero Maria vingada. Só isso. Quero q a história se inverta. Prá q as roupas de Maria façam a alegria de gente pobre. E a soberba da vaca façam mais gente enxergar q ela é o mal encarnado.
Feliz Natal, Maria, q ontem à noite eu fui te visitar onde você repousa. Aposto q só eu fui. Beijos, amada, e q o Senhor da messe proteja você.
Continuamos te amando mais q tudo, porque vc sempre foi mais q tudo para nós.
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
Vai pescar, moçada!!!
Igual homem quando quer se ver livre da esposa.
Arruma as traias, junta os "amigos" e vai prá algum lugar, geralmente um "rancho" de beira de rio com muitas moças de "vida fácil", churrasco e cerveja, além de cigarros de todo o tipo.
Enquanto isso, a idiota, lá em casa, lava, passa, cozinha, esfrega, arruma gavetas, busca os filhos dele na rua, dá banho, faz almoço, janta, lava louça, vê Sílvio Santos ou Faustão, aguenta a visita da sogra, atura a cunhada...
E o bonitão lá: come, come e bebe, fala bobagem...
Está, como digo eu, só ajeitando a testa.
Ajeitando a testa?
É. Prá caberem os chifres.
Porque se ainda não os tem, logo os terá. E bem merecidos.
Com justiça.
Homem q sai muito de casa logo tem enfeite na cabeça. Com o meu apoio.
Chega de bancar a empregada doméstica deles e não receber nem salário.
Eles fazem o q querem, q carreguem o peso do enfeite. Isso não é apologia. É somente apoio a uma corrente de pensamento q cresce cada vez mais.
Gian e Giovani têm razão: "Vai pescar, moçada, pescar na lagoa... Não se estresse, não tenha pressa, q eu tô na boa... Junta a traia e some q eu mato a fome da sua patroa..."
Linda a música. É isso aí. Todos eles precisam ouvir, e tem q surgir a versão do boteco, do bar, do jogo de futebol...
Marido que não dá assistência, abre as portas à concorrência...
Não só as portas. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
domingo, 20 de dezembro de 2009
quero...
Enfim, quero estar toda em ti, e quero que esteja todo em mim, só por um motivo: te amo.
Bilhete de amor
Brilhavam no céu as primeiras estrelas, que salpicavam a angústia com pequeninos afagos de compreensão.
O riacho chorava suas últimas mágoas de amor, ferindo-se nas pedras das margens e nas bruscas quedas.
A rua perdia todo seu farfalhar de sedas e organzas, as calçadas já não abrigavam os primeiros passos do bebê rosado que seguia ao apoio do genitor.
Tocava o sino na matriz, a tristeza batia à porta, as cordas se calavam, minha esperança se curvava e meus olhos de repente se entristeceram.
Cheguei à janela, o vento secou duas lágrimas; virei-me, e só então pude acreditar que sua cadeira continuava vazia...
sábado, 19 de dezembro de 2009
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sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Vacas, presépios e maldade...
Agora há uma vaca humana q rodeia a minha vida q não dá prá deixar passar. É venenosa. É diabólica. Já deveria ter passado pro outro lado.
Tem tudo de ruim q uma pessoa pode ter. E pensa q é boa. Semeia a discórdia. Depois se acha boazinha. Já matou uma pessoa querida minha, e vai matar outra, porque essa outra não acorda.
Mata aos poucos. Finge q não sabe. Sua língua é de víbora, e onde ela vai o mal vai junto.
Preciso de muito sal e água benta prá me livrar dela. Porque até o padre já disse q é prá gente se afastar dela, q a coisa lá está contaminada.
Já imaginaram?
Por isso acho cada vez mais doce o hálito dos bovinos. Além disso, são animais santos. A vaca dá leite a vida inteira, produz bezerros a cada dois anos, sofre fome na seca, frio no inverno, pega bicheiras, tem mamite, tem solidão quando lhe tiram os filhos, e nem sabe falar...
Por isso ela está no presépio. O hálito doce aqueceu o Menino Deus, e o leite deve ter fortalecido a Mãe de Deus. É um animal santo.
Diferente dos humanos a quem damos o nome de vaca, injustamente. Para a vaca.
É q não achamos um nome mais expressivo prá chamar essas mulheres execráveis q conhecemos.
Talvez porque, um dia ou outro, elas acabem indo pro abatedouro.kkkkkkkkkkkkkkk
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Calças 42
Vai ser um dia feliz, se tudo estiver bem, lógico. Não quero vestir 42 por sofrer de algo incurável, q me leve à anorexia ou ao bambulismo. Explico: Magra como bambu. Magra como uma vareta, seca. Isso não quero. Quero um 42 gostoso, de pegada, com curvas e músculos firmes, pernas de nadadora (Cristo, eu nem sei nadar!), já q de patinadora eu nunca vou ter (quando tentei, levei uma bundada no chão de q até hoje tenho lembranças ruins...), peito de mulher gostosa (nem muito, nem pouco, mas um ovinho, q não gosto de peito grande...), cintura de vestidinho dos anos 60...
Nooooooooooooossa, só isso? Será q meu Papai Noel vai passar por aqui esse ano?
Eu acredito nele, meu irmão tem até uma foto na casa dele! Ele mora em Rovanieme, e um dia eu ainda vou prá lá...
Vestindo 42. Beijos e abacaxis.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
O mesmo? Ele...
"O Romário, ele deixou o time."
Minha mãe, ela já saiu."
A audiência, ela vai ser na quinta."
O carro, ele bateu na árvore."
Credo, livrai-nos desse mal.
O pior é q, com os legisladores q temos, logo essa vai ser a norma culta.
Lógico, porque se os jogadores "instruídos" q temos não conseguem cantar o Hino Nacional, já querem encurtá-lo, imaginem o q não farão com essas frases Frankstein q criam...
Que pena! Que venham as leis q obrigam a se cantar o Hino Nacional em toda reunião solene. Que obrigam a saber a Língua Pátria, antes q ela morra!
"Porque o Hino, ele tem q ser cantado."
"E a língua, ela tem q ser aprendida."
Que caca!
domingo, 13 de dezembro de 2009
QUEM TEM MEDO DO MESMO?
Gente, o mesmo está tomando conta das pessoas. Ele aparece em todas as falas, em todas as situações, está tomando conta das fotos, dos casamentos, batizados, viagens... "Hoje não vou entrar no mar porque o mesmo está bravo." O mesmo é o pai da pessoa q está falando? Ou o marido? Se o mesmo está bravo, q tem o mar com isso? Deixa o mesmo prá lá e entra no mar, oras... kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Amanhã comentarei outro erro q está na boca de todo mundo... Uma desgraça. Estão matando nossa língua mãe.
Já mataram tantas línguas indígenas, agora vão matar a língua portuguesa... Que pena!
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Ricardo, Príncipe de Mântova
Ensinou-se muitas coisas. Tem um poodle branco chamado "Peter Bananeiro". Pode? Quando eu aprender a colocar fotos aqui, vou colocar uma foto do cachorro dele, se ele deixar.
Ele parece uma pessoa brava, mas é um cara super gente fina. E é lindo! Ele também se acha. Digo isso pois há muitas fotos dele, acredito q ela não tenha nenhum medo de máquinas fotográficas.
É artista plástico e plantador de gengibre.
Hoje, no blog dele, q eu não consegui seguir, vi tomates secos, e até um vídeo q ensina como fazer. Tem também alecrim num vidro prá aromatizar o azeite. Ele é criativo!!!
Mas preciso q ele me ensine como ser seguidora do blog dele. Quero aumentar meus contatos aqui, pois tenho interesse em conhecer e ser conhecida. Quero q as pessoas leiam o q escrevo, e quero escrever cada vez mais.
Ricardo é meu amigo virtual, lindo e simpático.
Boa noite, Ricardo. Um dia vou te conhecer pessoalmente.
www.ricardoprincipedimantova.blogger.com.br
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Crochê com linha anne
Estou fazendo um marcador de página em formato de cruz. Lindo.
Quero fazer uma "mula sem cabeça", que uma amiga virtual me explicou hoje o q é. Dá prá entender q eu não sabia o q era, eu q vivo fuçando em blogs de crocheteiras?
Pôxa, vi uma linda numa comunidade, cor de vinho, com franjas nos punhos. Ficou super leve, a lã era fofinha, e minhas amigas crocheteiras entendem de tudo.
Tenho uma amiga virtual, Jurema, q tem a receita q vc imaginar. Tudo ela sabe, a todas ela ajuda, entende qualquer peça e qualquer gráfico. É uma sumidade. Nunca vi. Manda receitas prá todas, desvenda segredos, faz parecer q o dia dela tem 48 horas.
E durante muitos anos o crochê manteve unidas as mulheres dos clãs, ao redor da fogueira, no terreiro, nas calçadas, nas viagens... O crochê une vidas, tira o stress, aumenta a renda familiar e enfeita os olhos.
Bendita a mão q o inventou. E benditas as mãos q o reproduzem.
Parabéns às minhas amigas crocheteiras. Q Deus as abençõe.
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
APAGÃO - O q vc fez durante?
Eu estava numa cidade q não é a minha, tinha terminado a prova da faculdade.
Estava esperando o ônibus numa praça, e de repente as estrelas ficaram muito mais brilhantes.
Como antigamente, quando a gente se sentava na calçada e ficava conversando com os pais, irmãos e vizinhos. A vida era muito mais compartilhada.
As crianças brincavam na rua, as pessoas não eram tão estressadas.
Eu fiquei apreensiva durante o apagão, porque meus filhos estavam em casa e não podiam se comunicar comigo naquele dia. O celular ficara.
Dependentes da tecnologia.
Mas até q se viraram bem. Não entraram em pânico. Sinal de q eu os estou educando bem.
Você está preparado para um apagão definitivo?
Do q vc vai sentir mais falta?
Eu vou sentir falta da minha lavadoura de roupas.
Vc vê alguma alternativa pro apagão?
Quais as medidas q vc vai tomar na sua casa, prá sofrer menos?
Imaculada Conceição, Dia da Justiça
A Justiça humana sempre é falha. Por mais q os juízes tentem, eles não conseguem fazer a Justiça. Porque as provas são humanas, e nem sempre quem tem razão consegue provar. Isso é injusto. A palavra das pessoas devia valer ouro. Mas não, os homens mentem. Forjam, blefam, dissimulam, simulam, enganam, fazem tudo prá tirar vantagem.
É frustrante vc fazer tudo certo e ainda ter q pagar por isso.
Se vc paga um fdp prá trabalhar dois dias e ele faz uma merda de serviço, vc não pode mandá-lo passear sem antes pagar 13°, férias, aviso prévio, fgts, multa de 40% sobre o fgts q vc depositou, pagar ao inss o recolhimento sobre um mês e mais alguma coisinha (em geral 30% do q vc pagou pro fdp q contratou) pro advogado fdp também q aceitou mover a ação contra vc.
Por isso o país tá cheio de vagabundos q ficam assistindo tv durante a tarde toda e vivem das cestas básicas q nossos prefeitos corruptos distribuem a torto e a direito. Nosso sistema premia vagabundos e pune os trabalhadores. Se vc tem uma empresa, o governo come mais da metade da sua receita em tributos e impostos.
Se vc tem um sítio, tem q recolher taxas, itr, o diabo a quatro, e pagar ainda por produzir ou não produzir. Não tem jeito. Era melhor trazer um político prá criar em casa, assim vc controlava melhor.
Não dá prá sustentar toda essa corja q a gente colocou lá em cima, prá decidir nossa vida por nós.
Melhor a monarquia, onde antes do bebê nascer a gente já sabe q ele vai ser rei, e até a mãe dele é escolhida a dedo, porque não se pode ter um rei falastrão.
Desde a concepção ele é tratado como um rei, cuidado como um rei, educado como um rei. Chega ao trono alfabetizado, falando seis ou sete línguas, ou mais, sabendo montar, esquiar, lutar, criar estratégias políticas e de guerra e, melhor q tudo, governar.
Pobre país, esse, q proclamou a república quando tinha um imperador liberal, culto, instruído, com alma de democrata. Pobre país, esse, q tem líderes podres de dedos compridos e mente de "gersão".
Pobre país, esse...
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Euclésio José Lodi
Está passando por um problema de saúde, mas continua com um bom humor invejável, faz piadas e as conta com seu jeito todo próprio.
Conhecedor de músicas como ninguém, tem um vozeirão de radialista, como é.
Já fez programas na rádio Ternura FM, de Ibitinga, sua voz é inconfundível.
Responsável pelo acervo de José Fortuna no Museu local, q anda abandonado pelas autoridades.
As riquezas q Euclésio conseguiu juntar no museu a respeito do Nosso Poeta ninguém conseguiria, e pouca gente dá valor.
Porque o município não cria o MUSEU JOSÉ FORTUNA? Itápolis não tem pontos turísticos, não há onde a gente levar visitantes q vem a passeio, não há onde ir aos sábados e domingos.
Outro museu (e que o existente seja mais valorizado, por favor") poderia despertar o interesse da população, e há também q se exercitar a criatividade para eventos culturais com idéias novas, posturas novas, sangue novo.
Itápolis tem tudo prá crescer. Só falta vontade e entusiasmo prá apoiar quem realmente trabalha.
Devemos dar valor a quem tem, não a quem tem preço.
Beijos a quem amo.
ROSA DELBONI RODEGUERO
Minha primeira professora. Comprava coleções de livros prá mim, quando eu era criança e mocinha.
Nunca ficou brava quando eu ficava o dia todo lendo. Houve semanas na minha adolescência em q eu lia 4 ou 5 livros. Ela me mostrou a beleza de Francisco Marins e Monteiro Lobato, além de Júlio Verne.
Ela me ensinou as primeiras letras (não, eu não fiz pré primário) e me incentivou a escrever. Graças a ela tive milhões de pequenas poesias e contos publicados em jornais como "O Progresso", "O Município", ambos extintos, e "A Candeia", da cidade de Bariri, onde moramos por quatro anos.
Sempre me deu idéias para redações dos vestibulares e concursos q prestei.
Sempre leu muito, e adora palavras cruzadas.
Minha mãe, no mundo a gente só tem mãe. Eu sempre falo isso porque há coisas q só você faz por mim. Mais ninguém, nem q eu pague.
Mãe é mãe... Beijos, dona Rosa querida. Eu te amo.
mangarito
Batata rica em minerais, substitui a batata inglesa e é de fácil plantio, sem pragas ou necessidade de pesticidas.
Nunca deveria ter saído de nossas mesas.
Eu quero arrumar algumas prá fazer muuuuuuuuitas covas, quero uma plantação respeitável.
Depois partilho as receitas com vocês. Tem uma com frango q fica divina.
Se alguém souber onde arrumo batatas para plantar, eu fico muito grata.
Beijos a quem amo. Abacaxis pérola aos outros.