MÃE!!!

MÃE!!!
Ela era uma Rosa

A vida não pára!

Paciência

Lenine

Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
A vida não para...

Enquanto o tempo
Acelera e pede pressa
Eu me recuso faço hora
Vou na valsa
A vida é tão rara...

Enquanto todo mundo
Espera a cura do mal
E a loucura finge
Que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência...

O mundo vai girando
Cada vez mais veloz
A gente espera do mundo
E o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência...

Será que é tempo
Que lhe falta para perceber?
Será que temos esse tempo
Para perder?
E quem quer saber?
A vida é tão rara
Tão rara...

Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não para
A vida não para não...

Será que é tempo
Que lhe falta para perceber?
Será que temos esse tempo
Para perder?
E quem quer saber?
A vida é tão rara
Tão rara...

Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não para
A vida não para...

A vida não para...

http://www.youtube.com/watch?v=sXmWAOIWg3w


















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sábado, 7 de janeiro de 2012

Falta de educação

"Agora vc anda assim, esfarrapado?"
Pois é. Ele teve q escutar isso, qd foi levar dinheiro pro filho da puta a quem ela deu cria.
Depois de tantos anos convivendo com vagabundos ela não sabe mais distinguir um trabalhador de um à toa.
O pai dela era um vagabundo, à toa, biscateiro, o q mais se imaginar de um desqualificado. Mas sempre andava bem vestido, sapatinho limpo, nome nem tanto, alma idem, idiota completo. Ela, agora, mede as pessoas pelos princípios q herdou. Só herdou isso, a boba.
Pro "netinho" que a mãe dela tanto queria, não veio nada, pois a velha só queria mesmo a diversão e um bocó prá sustentar a encalhada q ela ia deixar nesta vida.
Velha malacafenta, velho vagabundo, só podia dar nisso aí: uma vagabunda q não trabalha e usa o telefone e as lágrimas prá convencer outra idiota de q o filhinho mal cagado não tem um dinheirinho prá passar o final de semana.
Enfie o filho no c., q foi de onde ele saiu.
Não há como não comparar.
O meu pai era um trabalhador, era encontrado sempre suado, de chapéu, sapatão, camisa velha, calças idem.
Nunca deveu um tostão para ninguém, mas trabalhava de sol a sol, não era agiota, não desrespeitava minha mãe, nem nós, os filhos.
Soube honrar o sangue de seus antepassados.
Nunca ouvimos falar mal dele.
E eu nunca julguei um homem pelos farrapos q vestia.
Muito menos um homem q eu conhecesse.
Vestir farrapos, vaca, é bem menos vergonhoso q vestir dívidas, como vc faz.
Vestir farrapos, desqualificada, é bem menos vergonhoso q vestir chantagens e negociatas. Tome vergonha nessa cara, vagabunda!
E vê se se enxerga, antes de dizer que um homem veste farrapos!
Veja o que o seu pai vestiu!
Veja o que ele deixou, o que construiu na vida, o que te ensinou:
NADA!!!
Agora, cuidado, que o filho q vc cagou vai vestir farrapos, um dia.
Se fosse um filho meu, eu preferiria q fossem farrapos visíveis, como o desse homem q hoje vc magoou.
Como o filho é seu, eu desejo q vista os farrapos invisíveis, iguais aos do seu pai, q levam um Homem ao inferno!

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